Vacina contra a covid-19 poderá ser disponibilizada até o fim do ano, afirma empresa de biotecnologia americana

Finalmente, brota notícia carregada de esperanças e expectativas positivas para a humanidade em meio a um oceano de desinformação que tomou conta das sociedades por conta do novo coronavírus. Desinformação motivada, muitas vezes, por disputas menores, em detrimento da preservação da vida das pessoas. A boa notícia é a descoberta da vacina contra a covid-19, que vem dos Estados Unidos, onde a empresa de biotecnologia Moderna divulgou que conseguiu imunizar oito pessoas. E, se tudo caminhar bem na pesquisa, a vacina poderá ser disponibilizada para uso geral até o fim deste ano.

A notícia invadiu os sites de notícias do mundo todo nesta segunda, 18, praticamente na mesma velocidade com que são divulgadas informações da propagação da doença mundo a fora, e, no dia em que o Brasil passa a ocupar o terceiro lugar no ranking de infectados, agora, superando o Reino Unido.

Mais 13.140 novos casos de pessoas infectadas pelo coronavírus foram registrados pelo Ministério da Saúde, nas últimas 24 horas e divulgados nesta segunda, 18. O número de pessoas infectadas pela covid-19 no país, desde a chegada da doença em fevereiro, já chega a 254.220.

A notícia da descoberta da vacina traz tanta carga de esperança que fez as ações da empresa Moderna subir 30% no mercado de ações da Bolsa de Valores de Nova Iorque, chegando a disparar até 40%, estabilizando, depois no fim do dia, em 20% sua valorização.

                             
Reprodução da internet/teste de vacina contra a convid-19. 

Deve se destacar, contudo, que as pesquisas estão no começo, embora a empresa tenha afirmado que a vacina é segura e que as pessoas imunizadas não apresentaram efeitos colaterais graves, ao contrário da cloroquina, por exemplo, que querem enfiar goela abaixo aqui no Brasil e que uma corrente de médicos afirma trazer sérios efeitos colaterais, e o que é pior, não tem uma eficácia comprovada.

A Moderna informou ainda que pelo cronograma de estudos, a segunda fase terá início em breve, quando 600 pessoas serão submetidas aos testes, em seguida, milhares de pessoas voluntarias serão imunizadas, numa terceira etapa da testagem do medicamento. Caso os testes sigam a dinâmica apresentada até agora, a vacina poderá ser disponibilizada para uso geral até o fim de 2020 ou início de 2021, segundo afirmou o diretor médico Tal Zaks ao jornal New York Times.

Enquanto isso, em terras tupiniquins, depois de dois ministros da saúde terem sido trocados em menos de um mês, a imprensa noticiou nesta segunda, 18, que o governo pensa em colocar à frente da pasta um médico que defende o uso da cloroquina.


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