Sem vacina, lockdown surge como o melhor remédio para a covid-19


O brasileiro médio nem desconfia da sua serventia, tampouco conhece sua identidade. Mas ele chega exatamente no momento em que o país bate novos recordes diários de mortes em consequência do avanço do contágio do novo coronavírus. E chega como medida de contenção da doença nos grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. Sua função, controlar o avanço do covid-19. Estamos falando do lockdown, mais um desses termos dos muitos estrangeirismos que invadem o cotidiano do brasileiro provocando estranhamento.

Lockdown é uma expressão inglesa cuja tradução livre quer dizer confinamento ou fechamento total. E vem sendo usada desde o agravamento da pandemia da covid-19. Apesar de não ter apenas esta definição, foi ela que melhor espelhou a situação limite adotada pelas autoridades no controle da doença. E funcionou na China, berço da doença, e vários países da Europa Como Itália, Espanha, Alemanha.

Enquanto isso, o Ministério da Saúde anunciou nesta quarta, 6, mais 614 mortes registradas nas últimas 24 horas, no país com novo recorde de infectados, 10.381 casos de covid-19. Ao todo já são 125.096 casos de infectados, com 8.535 mortes. No último balanço do governo federal, na terça, 5, o total de infectados chegava a 114.715 mortes, com 7.921 mortes confirmadas.

Enquanto a vacina ou outros mecanismos de para evitar a propagação da doença, o lockdown segue sendo o melhor remédio. Ou seja, o boqueio total das vias urbanas para evitar a circulação das pessoas.

O que se percebe também é a ausência de uma política do governo federal que não apresentou um programa de combate eficaz da doença. Ficou a cargos de governadores e prefeitos a iniciativa de controle da doença.   



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